Nossas Atividades Upstream Texto 2

BACIA DE CAMPOS

Projeto Raia (BM-C-33): segurança e transição energética para o país

Localizado no pré-sal da Bacia de Campos, a 200 Km da costa, o Projeto Raia (BM-C-33) é considerado uma das maiores fontes de gás natural do país: suas reservas recuperáveis de gás natural e condensado são estimadas em mais de um bilhão de barris de óleo equivalente (boe). Desta forma, é tido como um dos grandes projetos favoráveis para viabilizar a segurança e a transição energética ordenada rumo a um futuro de baixas emissões.

Sua capacidade de escoamento é estimada em 16 milhões de metros cúbicos de gás por dia, o que equivale a 15% da demanda nacional ou ao consumo de todo o Estado de São Paulo. Isto demonstra o potencial do ativo em atender à crescente demanda de energia do país e gerar cada vez mais valor para a sociedade.

O Projeto Raia (BM-C-33) é uma das primeiras descobertas da Repsol Sinopec no pré-sal. Enquanto operadores, fomos responsáveis pela campanha de appraisal para avaliação do campo, realizando, entre 2010 e 2012, as descobertas de Seat, Gávea e Pão de Açúcar, sendo esta uma das áreas mais promissoras do pré-sal brasileiro.

Temos 35% de participação no ativo, em conjunto com a operadora Equinor Brasil (35%) e a parceira Petrobras (30%). Em maio de 2023, nosso consórcio aprovou a Decisão Final de Investimentos (Final Investment Decision – FID) do campo, com previsão de destinar US$ 9 bilhões nos próximos anos ao desenvolvimento do projeto, feito considerado um marco para o desenvolvimento de um mercado de gás natural mais competitivo no país.

O projeto ainda trará diversos outros benefícios para o desenvolvimento local. Com entrada em operação prevista para 2028, estima-se a criação de 50.000 novas oportunidades de emprego diretas e indiretas ao longo de todo o seu ciclo ativo.

Tecnologia é outro ponto forte. Para atuar em uma área considerada desafiadora, com reservatórios situados a cerca de 3.000 metros de profundidade, estamos desenvolvendo um conceito inovador no Brasil, utilizando um FPSO (Floating Production Storage and Offloading unit – unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência) que será capaz de processar o gás produzido, e já especificá-lo para venda, sem a necessidade de processamento adicional em terra.

Além disto, o FPSO utilizará turbinas a gás de ciclo combinado que podem reduzir de forma significativa as emissões de CO2 do campo -, com uma média de menos de 6 kg por barris de óleo equivalente ao longo de sua vida útil, dois terços a menos que a média da indústria.

Albacora Leste: abertura do mercado nacional de óleo e gás

Nossa atuação em Albacora Leste registra uma importante etapa para a indústria nacional e a história de formação da nossa empresa. Primeiro campo da Repsol Sinopec no Brasil, através dele nos tornamos a primeira empresa privada a participar da abertura do mercado de exploração e produção no país.

Em produção desde 1998, o campo está localizado em lâmina d’água de 1.200 metros, ao norte da Bacia de Campos. Atualmente, produz entre 30 mil e 35 mil barris de óleo e gás por dia, através da FPSO Forte.

Nossa participação é de 10% no consórcio, que é operado pela PRIO (90%).

 

BACIA DE SANTOS

Sapinhoá: um dos maiores campos produtores

Terceiro maior campo produtor de petróleo e gás do Brasil, Sapinhoá produz cerca de 250 mil barris por dia, através de duas Unidades Estacionárias de Produção: FPSO Cidade de São Paulo e FPSO Cidade de Ilhabela.

Sua produção teve início em 2013, através da FPSO Cidade de São Paulo, uma das primeiras unidades a operar no pré-sal brasileiro e a plataforma mais distante da costa, localizada a 320km, na Bacia de Santos. Hoje, é a terceira instalação com maior produção de petróleo, segundo dados da ANP.

Ao longo de dez anos, o ativo alcançou grandes resultados para o país, com a produção total de 665 milhões de barris de óleo e a exportação de cerca de 11 bilhões de metros cúbicos de gás natural.

Integramos o consórcio que detém os direitos sobre o bloco BM-S-9, onde está localizado o campo de Sapinhoá, no pré-sal da Bacia de Santos. Nossa participação em Sapinhoá é de 25%, em conjunto com a operadora Petrobras (45%) e a sócia Shell Brasil (30%)

Lapa: posição estratégica para a RSB

O ativo de Lapa, também situado no pré-sal da Bacia de Santos, bloco BM-S-9A, entrou em produção em dezembro de 2016.

A FPSO Cidade de Caraguatatuba, localizado a 12 km de distância, é a unidade de produção em atividade no campo, com capacidade de processamento de 100 mil barris de óleo equivalente por dia.

Através do consórcio formado pela Repsol Sinopec (25%), em conjunto com a TotalEnergies EP Brasil (35%) – operadora, Shell Brasil (30%) e Petrobras (10%), em janeiro de 2023, aprovamos a decisão final de investimento do desenvolvimento da porção Sudoeste do campo de Lapa, com previsão de investir aproximadamente US$ 1 bilhão.

O desenvolvimento da área, localizada a 300 km da costa, será realizado por meio de novos poços, que serão conectados ao FPSO Cidade de Caraguatatuba. No início da produção, previsto para 2025, Lapa Sudoeste aumentará a produção total do campo em 25.000 barris de petróleo por dia, elevando a produção total estimada para aquele momento para 60.000 barris de petróleo por dia.

Sagitário: foco em ativos do pré-sal

Localizada em águas ultraprofundas no pré-sal da Bacia de Santos, a descoberta de Sagitário está em fase de exploração/avaliação. Sua descoberta aconteceu em 2012, no Bloco BM-S-50, quando foram identificados 159 metros de uma coluna óleo de boa qualidade e permeabilidade.

O consórcio é formado pela Repsol Sinopec (20%), em conjunto com a operadora Petrobras (60%) e a Shell Brasil (20%).

HOLA ESTO ES UNA PRUEBA:


Contato para Imprensa