Costa Atlântica divulga resultados dos projetos selecionados no 5º edital
Programa da SOS Mata Atlântica é patrocinado pela Repsol Sinopec
 
 
A Fundação SOS Mata Atlântica divulgou o relatório com os resultados obtidos pelos projetos selecionados no 5º edital do Programa Costa Atlântica, que conta com patrocínio da Repsol Sinopec Brasil. O edital disponibilizou R$ 300 mil para projetos que conservam a biodiversidade e a sustentabilidade das zonas costeira e marinha sob influência do bioma mata atlântica.

Os projetos foram divididos em duas linhas de atuação: “Criação e consolidação de unidades de conservação marinha” e “Conservação e uso sustentável de ambientes marinhos e costeiros”. As instituições selecionadas foram: Instituto Baleia Jubarte, na Bahia; Comissão Ilha Ativa, no Piauí; Cooperativa Manguezal Fluminense, no Rio de Janeiro; Instituto Ekko Brasil, em Santa Catarina; Physis SDA, Salt e Ecosurfi, em São Paulo.

“Parcerias com entidades privadas para beneficiar projetos de conservação marinha e costeira são de extrema importância no Brasil, especialmente devido à extensão da costa brasileira, que apresenta feições geográficas e naturais distintas de norte a sul, e à escassez de recursos e mão de obra pública para tais projetos”, diz Camila Keiko, coordenadora do Programa Costa Atlântica, com quem a Repsol Sinopec Informa conversou. Leia abaixo a entrevista.

Os resultados dos projetos do 5º edital do Programa Costa Atlântica foram satisfatórios?

Os resultados dos projetos beneficiados pelo 5º edital do Programa Costa Atlântica estão sendo bastante satisfatórios. O projeto de restauração de área de manguezal no estuário do rio Guapimirim, na Área de Proteção Ambiental (APA) de mesmo nome, localizado no recôncavo da Baía da Guanabara, por exemplo, teve grande êxito por ter promovido condições favoráveis para que novas plantas pudessem se estabelecer naturalmente em uma área degradada. Desta maneira, estima-se que o número de árvores em desenvolvimento hoje seja quase o dobro das 3 mil mudas plantadas pelo projeto.

Outro bom exemplo foi o projeto para monitoramento e controle do Coral Sol, uma espécie invasora, na região da Reserva Biológica do Arvoredo, em Santa Catarina. Com os recursos do edital, o projeto realizou experimentos e vistorias em campo para esclarecer questões importantes sobre a forma de dispersão do Coral Sol na região e criou uma rede de monitoramento colaborativo com a participação e envolvimento de diferentes instituições e operadoras de mergulho.

Já o projeto Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental Participativo (SIMAP) para o Litoral Norte de São Paulo criou um portal em que o cidadão pode contribuir e visualizar diversas informações mapeadas sobre a região. Cerca de um mês após o lançamento do portal, já foram inseridos mais de 100 pontos mapeados com informações diversas, desde problemas ambientais até a detecção de animais marinhos e atrativos naturais. Essas informações podem ser utilizadas por técnicos e gestores da área ambiental, mas também envolvem a população local, profissionais da área de turismo e até mesmo os turistas, que passaram a procurar o portal atrás de informações sobre a região.

Das Unidades de Conservação (UCs) marinhas existentes no país, quantas são resultado ou foram beneficiadas pelo Costa Atlântica?

Os projetos do 5º edital beneficiaram projetos de instituições parceiras em várias UCs que, juntas, somam cerca de 840 mil hectares de áreas protegidas, entre áreas de proteção integral, como a Reserva Biológica do Arvoredo e o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, e áreas de uso sustentável, como as APAs de Guapimirim, do Delta do Parnaíba e do Litoral Norte de São Paulo.

Projetos de outros editais trabalharam com propostas de criação de novas UCs marinhas e estão em processo de análise para futuras Reservas de Vida Silvestre (RVS), como a proposta da RVS Peixe-Boi, no litoral do Ceará, da RVS Praia do Forte, na Bahia, de um mosaico de UCs para as ilhas costeiras capixabas, e de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável na Foz do Rio Doce, no norte do Espírito Santo.

O Programa Costa Atlântica também beneficia diretamente seis UCs Costeiras e Marinhas por meio do Fundo Pró Unidades de Conservação, com projetos estabelecidos em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão gestor das UCs federais, contribuindo para as atividades de pesquisa, fiscalização, conservação e infraestrutura na APA Guapimirim e Estação Ecológica da Guanabara, na APA do Cairuçu, no Monumento Natural do Arquipélago das Ilhas Cagarras, na APA Costa dos Corais e na Reserva Biológica do Atol das Rocas.

O Programa Costa Atlântica corresponde a algum plano nacional para a ampliação de reservas marinhas ou é uma inciativa pioneira da SOSMA? E no mundo, há inciativas semelhantes?

Existe o Plano Nacional de Áreas Protegidas, de 2006, e também a relação das Metas de Aichi, estabelecidas no âmbito da Convenção da Biodiversidade e ratificadas pelo Brasil, no sentido de ampliar as áreas marinhas protegidas dentro do marco do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. A Fundação SOS Mata Atlântica entende que a proteção das zonas costeiras e do mar é de extrema importância para a sustentabilidade do país e para a conservação de toda a paisagem associada ao bioma Mata Atlântica. Assim, trabalha para que áreas protegidas existentes sejam efetivas e que novas áreas sejam implantas.

O Programa Costa Atlântica é pioneiro no que diz respeito à forma de parceria entre terceiro setor, doadores/patrocinadores privados e órgão público aqui no Brasil, com a possibilidade de “adotar” UCs marinhas e costeiras e assim criar um fundo patrimonial (endowment fund). Porém, há outras ONGs, institutos e fundações que possuem editais voltados à conservação de áreas marinhas e costeiras no Brasil. Assim como entidades que possuem iniciativas baseados no endowment fund para a gestão de áreas marinhas protegidas no exterior, como em Bali, no México, no Caribe, na Tanzânia e nos Estados Unidos.

Há previsão para o lançamento do 7º edital?

O lançamento do 7º edital está previsto para agosto deste ano e contará com recursos aportados pela Repsol Sinopec Brasil.

 
 
 
 
Fernanda Oliveira e Ana Barbachan são campeãs sul-americanas na classe 470
Campeonato de vela foi disputado na raia olímpica dos Jogos do Rio 2016
 
 
As velejadoras olímpicas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan se sagraram campeãs sul-americanas da classe 470 no dia 1º de agosto. Após um 5º e um 3º lugares nas últimas duas regatas da competição, iniciada no dia 30 de julho na Baía de Guanabara, no Rio, a dupla brasileira patrocinada pela Repsol Sinopec Brasil pulou da 2ª para a 1ª posição e garantiu o título, deixando a dupla neozelandesa com o vice-campeonato e dupla francesa com o último lugar no pódio. Fernanda e Ana, que venceram três das oito regatas disputadas no campeonato, são as favoritas para representar o Brasil em mais uma Olimpíada na classe 470. Nos Jogos de Londres 2012 elas ficaram com a sexta colocação.
 
“Estamos muito felizes com este título. Foi um evento importante, realizado na raia olímpica e com a participação das melhores velejadoras do mundo. Serviu como um treino de luxo para o Evento Teste”, disse a medalhista de bronze nos Jogos de Pequim 2008,  Fernanda Oliveira, referindo-se à Aquece Rio International Sailing Regatta, o primeiro eventoteste para os Jogos Olímpicos Rio 2016, com 320 atletas de 34 países, disputado de 2 a 9 de agosto.
 

O Evento Teste é uma competição de grande importância para os atletas e para a organização do evento. É o momento em que todos estarão em teste para os Jogos. “Para nós, é um dos campeonatos mais importantes do ano, junto com o Campeonato Mundial, pois além de ser uma competição de grande porte na raia olímpica, é também um evento que será avaliado pela Confederação Brasileira de Vela na escolha dos atletas que representarão o Brasil em 2016”, explica Ana Barbachan.

Ana também ressalta que é muito importante treinar o máximo possível nas raias onde se darão as regatas dos jogos, que são áreas com características bem particulares. “Acho que a maior dificuldade para todos os velejadores é a questão das trocas de maré. Dentro Baía de Guanabara existe um fluxo muito grande de água, e essa movimentação forma vários braços de corrente que jogam para um lado ou para outro. Os velejadores que melhor se adaptarem a essas condições e entenderem o funcionamento da maré terão um grande trunfo nas mãos.”

 
 
 
 
Marcos Valle revisita seus 50 anos de carreira no Sarau Repsol Sinopec
Foi o quarto show da oitava temporada do projeto
 
 
O cantor e pianista Marcos Valle, um dos principais artistas da segunda geração da bossa nova, fez uma apresentação memorável na edição de julho no Sarau Repsol Sinopec. Com transmissão ao vivo pela internet e a presença de Carlos Lyra e Roberto Menescal na plateia, outros dois ícones da música brasileira, Marcos Valle brindou o público com diversos sucessos de seus 50 anos de carreira, como “Jet samba”, “Samba de verão” e “Viola enluarada”.
 

“Estou muito feliz por participar do Sarau Repsol Sinopec novamente. Na primeira vez, lá em 2007, recebi uma homenagem muito legal e dividi o palco com outros grandes artistas, quando o evento ainda era no Instituto Cravo Albin. Agora tenho a oportunidade de fazer um show sozinho, comemorando meus 50 anos de carreira. Espero que este projeto tenha vida muito longa”, disse Marcos Valle ao subir ao palco da Pequena Cruzada.

Acompanhado por Mazinho Ventura no baixo e Renato Massa na bateria, Marcos Valle contou também com a participação de Patrícia Alví, que, entre outras canções, cantou “Preciso aprender a ser só” e “Os grilos”.

O Show de Marcos Valle foi o quarto da temporada 2014 do Sarau Repsol Sinopec, que está em seu oitavo ano. Em agosto o projeto recebe Mariana de Moraes, que lançará seu novo disco, também com transmissão ao vivo pela internet.

 

 


 
Secretário executivo da ARPEL visita a Repsol Sinopec Brasil
Nos dias 6 e 7 de agosto a entidade promoveu o workshop “Negócios e direitos humanos”
 
O secretário executivo da Associação Regional das Empresas do Setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis na América Latina e no Caribe (ARPEL), Jorge Ciacciarelli, visitou a sede da Repsol Sinopec Brasil em julho. Ciacciarelli aproveitou a ocasião para falar sobre o workshop promovido pela ARPEL nos dias 6 e 7 de agosto, no Rio de Janeiro, sobre “Negócios e direitos humanos”. 

“Esse workshop foi organizado por nosso comitê de Responsabilidade Social pelo fato de o modelo de negócios das companhias de petróleo e gás terem, cada vez mais, a necessidade de incorporar temas como direitos humanos e relacionamento com as comunidades. Nosso intuito é promover um grande intercâmbio de experiências sobre o tema, contribuindo para o desenvolvimento de ações neste sentido”, explica Ciacciarelli.

Prestes a completar 50 anos, a ARPEL tem por objetivo trabalhar de maneira cooperativa em favor da excelência operacional das empresas que a integram, e também para que os avanços que obtidos pela indústria de petróleo e gás sejam comunicados aos stakeholders. “Também trabalhamos para que os stakeholders saibam quais são os desafios que nossa indústria enfrenta e como a ARPEL pode contribuir para que sejam superados”, diz Ciacciarelli.

 
 


 
Plataforma Educativa Repsol Sinopec chega a Cabo Frio
Búzios será o próximo destino do Programa 
 

Após quatro meses no litoral de São Paulo, onde, apenas no curso de “Pescador profissional - POP”, em parceria com a Marinha do Brasil, formou 90 pescadores, a Plataforma Educativa Repsol Sinopec chegou a Cabo Frio, no Rio de Janeiro, em 21 de julho. O programa ficará na cidade até 18 de agosto, na rua Coronel Ferreira s/nº, Portinho. Além do POP, fazem parte da grade da Plataforma Educativa os cursos de “Manutenção preventiva de motores”, “Gestão de resíduos no mar”, “Processamento de pescados”, “Rádio amador” e “Marinheiro auxiliar de convés (MAC)”, todos gratuitos.

No dia 15 de setembro, a Plataforma Educativa chega a Búzios, seguindo depois para Macaé, São João da Barra e Angra dos Reis.