Retrospectiva 2014
Ano marcou o recorde de produção da Repsol Sinopec Brasil
 
 
Com a entrada em produção da FPSO Cidade de Ilhabela na parte norte do campo de Sapinhoá, no bloco BM-S-9, no pré-sal da Bacia de Santos, e a chegada ao platô de produção da FPSO Cidade de São Paulo, instalada na parte sul do mesmo campo, a Repsol Sinopec Brasil atingiu uma marca muito importante e encerrou o ano passado com mais de 48 mil barris de óleo equivalente (boe) produzidos por dia, um recorde para a companhia. Este resultado também se deve à produção no campo de Albacora Leste.
 
 
A primeira das duas plataformas mencionadas entrou em operação em novembro, sendo ancorada em profundidade d'água de 2.140 metros, a cerca de 310 km da costa de São Paulo. A unidade tem capacidade para produzir até 150 mil barris de petróleo por dia (bpd), comprimir até 6 milhões de m³/dia de gás natural e armazenar 1,6 milhão de barris de petróleo. O poço 3-SPS-69, o primeiro em operação, tem potencial de produção de 32 mil bpd. Nove poços produtores e sete poços injetores serão conectados à Cidade de Ilhabela. A previsão é que o pico de produção seja atingido no segundo semestre de 2015.
 
A FPSO Cidade de São Paulo, por sua vez, atingiu sua capacidade máxima de produção graças à conexão de três novos poços produtores ao longo do ano e, atualmente, produz cerca de 132 mil boe/dia.
 
 
No bloco BM-C-33, no pré-sal da Bacia de Campos, a Repsol Sinopec deu prosseguimento ao Plano de Avaliação da área, perfurando os poços Seat 2 e Pão de Açúcar 2, com o objetivo de confirmar o grande potencial do bloco. Situado a cerca de 200 km da costa do Rio de Janeiro, no bloco BM-C-33 foram feitas as descobertas de Pão de Açúcar, Seat e Gávea, que juntas apresentam estimativas de recursos de mais de 700 milhões de barris de óleo leve e mais de 3 trilhões de pés cúbicos de gás.   
 
O ano de 2014 também abriu novas expectativas e confirmou a descoberta de Sagitário, no bloco BM-S-50, no pré-sal da Bacia de Santos. Após a realização do teste de formação do poço, verificou-se que os reservatórios apresentam boa produtividade e permeabilidade. 
 
Os investimentos da companhia, que em agosto recebeu seu novo CEO, Tomás García Blanco, ao longo do ano foram superiores a US$ 1 bilhão. E o mais importante de tudo, todas as operações da Repsol Sinopec transcorreram sem nenhum incidente de segurança e meio ambiente. 
 
 
 
 
Balanço dos projetos de Responsabilidade Social Corporativa
Atividades compreendem as áreas de meio ambiente, social e cultura
 
 
Ao produzir uma energia imprescindível para a sociedade, a Repsol Sinopec Brasil assume o compromisso de fazê-lo sempre de forma a promover o desenvolvimento sustentável, levando em consideração questões éticas, ambientais e sociais em seus processos de tomada de decisão. Parte fundamental para que esses compromissos assumidos para com a sociedade sejam colocados em prática são os projetos de Responsabilidades Social Corporativa desenvolvidos pela companhia. 
 
Em 2014, a Plataforma Educativa Repsol Sinopec completou cinco anos de estrada, percorrendo cerca de 68 mil quilômetros e atendendo a mais de 12 mil pessoas de 18 cidades de Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Em 2014, a Plataforma Educativa visitou sete cidades, sendo quatro delas em São Paulo (Ubatuba, Ilhabela, São Sebastião e Caraguatatuba) e três no Rio de Janeiro (Cabo Frio, Búzios e São João da Barra). 
 
O programa ofereceu os cursos "POP – Pescador profissional", "MAC – Marinheiro auxiliar de convés", "MAM – Marinheiro auxiliar de máquinas", "Mecânica de motores", "Processamento de pescados" e "Gestão de resíduos em embarcações". Ao todo, 670 pessoas participaram das atividades promovidas pela Plataforma Educativa.
 
Ainda em janeiro do ano passado, a Fundação SOS Mata Atlântica lançou o 6º edital do Programa Costa Atlântica, que conta com o patrocínio da Repsol Sinopec e apoia projetos que promovam a conservação da biodiversidade e a sustentabilidade das zonas costeira e marinha sob influência do bioma Mata Atlântica. Em julho foram anunciados os projetos contemplados no 6º edital e em agosto foi lançado o 7º edital, que teve seu resultado anunciado agora em dezembro.
 
O Sarau Repsol Sinopec, por sua vez, completou oito anos em 2014, recebendo artistas já consagrados e abrindo espaço para os novos talentos da música brasileiro. Neste ano o Sarau recebeu o trombonista Vittor Santos, a cantora e pianista Joyce Cândido, o saxofonista Leo Gandelman, o cantor e pianista Marcos Valle, a cantora Mariana de Moraes, o compositor e instrumentista Jaime Alem, a cantora Andrea Dutra e a cantora e pianista Bianca Gismonti, todos com transmissão ao vivo.
 
 
 
 
Programa Costa Atlântica seleciona sete novos projetos
Programa da Fundação SOS Mata Atlântica tem o patrocínio da Repsol Sinopec Brasil
 
A Fundação SOS Mata Atlântica anunciou no dia 19 de dezembro os projetos aprovados pelo sétimo edital do Programa Costa Atlântica, que conta com o patrocínio da Repsol Sinopec Brasil. As sete propostas selecionadas receberão, ao todo, até R$ 300 mil para investir na proteção da biodiversidade e dos patrimônios naturais, históricos e culturais de áreas litorâneas associadas à Mata Atlântica e no desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida das comunidades locais. 
 
 
"Não foi fácil selecionar apenas sete em meio a tantas boas propostas. Foram mais de 40 projetos submetidos, um recorde no Fundo Costa Atlântica. Outro destaque dessa edição foi a predominância de iniciativas que se enquadram na linha 2 do edital, voltada para o uso sustentável dos recursos naturais e a geração de renda. Acreditamos que isso traduz uma vontade da sociedade em ter uma economia baseada em valores de justiça social e conservação ambiental", diz o biólogo Diego Igawa Martinez.
 
As instituições contempladas são: Comissão Ilha Ativa (PI), Fundação para o Desenvolvimento da UNESP (SP), Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (SP), Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo da Reserva Extrativista do Mandira (SP), Associação Cultural Bantu Brasil (RJ), Associação de Marisqueiros de Ponta de Areia (BA), Comissão de Justiça e Paz (RN).
 
O programa Costa Atlântica existe desde 2006 e apoia o poder público e organizações da sociedade civil por meio do Fundo Costa Atlântica e do Fundo de Apoio às Unidades de Conservação Marinhas. O primeiro investe em projetos de criação e consolidação de Unidades de Conservação Marinhas e em iniciativas que aliem o uso responsável dos recursos naturais à conservação da biodiversidade. O segundo tem a participação de doadores, pessoas físicas e jurídicas, para apoiar diretamente uma área marinha protegida e garantir a proteção, gestão e sustentabilidade no longo prazo. 
 
Única empresa de petróleo parceira da SOS Mata Atlântica, a Repsol Sinopec Brasil também participa do projeto Florestas do Futuro, cujo objetivo é a recuperação de matas ciliares. Por meio dessa parceria, a companhia já plantou duas florestas de área equivalente a 22 campos de futebol em matas ciliares do rio Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, e na bacia do rio Tietê, em São Paulo.
 
 


 
Rumo às Olimpíadas
Fernanda Oliveira e Ana Barbachan são campeãs da Copa Brasil de Vela
 
 
Com a vitória na medal race, disputada só pelas dez duplas mais bem colocadas na classificação geral, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan se sagraram campeãs da 2ª edição da Copa Brasil de Vela. A competição, realizada de 13 a 20 de dezembro na Praia de São Francisco, em Niterói, contou com mais de 160 velejadores de mais de 20 países. 
 
"Foi um campeonato muito difícil, com condições diferentes, em raias bem particulares dentro e fora da baía. Conseguimos manter uma boa média durante a semana e isso nos levou a ganhar o campeonato. Na nossa classe, as melhores do mundo estavam participando, medalhistas de Londres e campeãs mundiais, então realmente é um resultado bem expressivo. Foi um presente para encerrar o ano. Ainda mais por ter sido na raia olímpica, então é um ótimo sinal", disse Ana.
 
Com este resultado, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan – que neste ano também foram campeãs sul-americanas da classe 470, além de terem sido a dupla brasileira melhor classificada na classe 470 na Aquece Rio International Sailing Regatta (5ª colocação), o primeiro evento teste para os Jogos Olímpicos Rio 2016, ambas as competições também realizadas na Baía de Guanabara – seguem como a dupla favorita para representar o país na classe 470 nas próximas Olimpíadas.
 
Nos jogos de 2012, em Londres, a dupla ficou na sexta colocação. Em 2008, Fernanda Oliveira ganhou a primeira medalha olímpica da vela feminina brasileira, ficando com o bronze nos Jogos de Pequim.