A gestão de segurança offshore na Repsol Sinopec Brasil
Para a Repsol Sinopec, investir em soluções que protejam o meio ambiente, as comunidades e as pessoas é parte indissociável de seu negócio. Como todos os seus ativos hoje estão no mar, a gestão de segurança abrange muitas especificidades. Além de desenvolver constantemente inovações tecnológicas, a companhia integra a Oil and Gas Producers Association (OGP), organização que reúne empresas produtoras de petróleo para promover segurança e operações sustentáveis. Entre as principais medidas recomendadas pela OGP e adotadas pela Repsol Sinopec estão:
 
Processos de revisão
A prevenção ocorre por meio de processos de revisão e auditorias interna e externa. Para isso, a Repsol Sinopec implementou diversos processos e sistemas de gestão de projetos, além de revisão feita por pares, auditorias de integridade de equipamentos e de sistemas de gestão internas e externas. 
 
Gestão de riscos
Durante todas as fases dos projetos de perfuração são realizadas análises qualitativas e quantitativas relativas à "Norma de gestão de risco de segurança e meio ambiente em ativos industriais" e aos procedimentos para identificação e avaliação dos mesmos, que exigem a elaboração de análises dos tipos HAZID, HAZOP e bow-tie para os riscos com potenciais consequências mais graves. 
 
Assegurar competências
Para que as pessoas sejam capazes de entender e fazer a gestão dos riscos, são realizadas avaliações periódicas dos funcionários, assim como dos fornecedores. Desta forma, busca-se assegurar que todos os colaboradores sejam responsáveis pela segurança e o meio ambiente. 
 
 
Plano de Resposta a Emergência
Foi desenvolvido a partir de rigorosas práticas corporativas difundidas na indústria do petróleo e está alinhado com os procedimentos operacionais de todas as empresas contratadas, incluindo plataformas, barcos, helicópteros e bases de apoio. Os objetivos do plano vão desde a definição das tarefas a serem executadas em casos de emergência, até o estabelecimento das responsabilidades e dos recursos materiais previstos para execução das ações de resposta.
 
A companhia entende que emergência é um acontecimento repentino, urgente e inesperado que requer intervenção imediata. Assim, um plano de contingência é uma ferramenta fundamental para enfrentar possíveis situações de maior gravidade. O Plano de Resposta a Emergência contempla todos os potenciais riscos que podem ser enfrentados, desde um incêndio de pequenas proporções até a perda de controle de um poço. 
 
De acordo com o Plano, quando uma contingência é detectada, deve-se atuar para mitigá-la e depois comunicá-la. O Líder da incidência deve avaliar a intensidade e ativar o Plano de Emergência e então proceder com as comunicações internas e externas pertinentes. Após controlar a incidência é necessário analisar a resposta à emergência para que sejam adotadas medidas de melhora que permitam evitar que um incidente similar ocorra. 
 
Resposta a vazamentos
Como parte dos procedimentos de resposta a emergências, para cada poço offshore são definidos os possíveis cenários de vazamento e elaborados estudos de análise de risco, atendendo integralmente à legislação e às exigências de todos os órgãos reguladores. Isso implica ter equipamentos e pessoal disponíveis para responder a uma contingência a qualquer momento.
 
A Repsol Sinopec Brasil conta com um barco dedicado ao recolhimento de óleo, além de três barcos de apoio às atividades offshore, todos treinados e equipados para auxiliar em uma resposta a emergência. A companhia também tem contrato com uma empresa especializada em suporte a emergências, para atuar nas operações de resposta a possíveis derramamentos de óleo e na mobilização dos recursos adicionais de contenção e recolhimento. Caso necessário, dispõe ainda de recursos extras, provenientes do Centro Internacional de Resposta - OSRL (Oil Spill Response Limited), do qual a companhia é associada.